Cinco universidades da Bahia estão entre as avaliadas do país no Índice de Instituições de Ensino Superior Empreendedoras (IESE) 2025, divulgado pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior). A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) aparece em 39º lugar no ranking nacional, seguida pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), em 48º. O estado também aparece no levantamento com a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e a Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob).
No recorte regional, a Bahia aparece em 9º lugar no desempenho do Nordeste. Das 10 universidades mais bem avaliadas da região, duas são baianas: a Uesc, em 6º lugar, e a Ufba, em 9º.
Nesta edição, foram coletadas 34 mil respostas de estudantes de 92 universidades e 29 institutos federais de todas as regiões do país. Além do ranking geral, o estudo reúne análises por região, pesquisa de percepção discente e recortes por dimensão, como cultura empreendedora, inovação, extensão, internacionalização, infraestrutura e capital financeiro.
“Mais do que mostrar posições, o IESE ajuda a tornar mais visível o impacto que a educação empreendedora pode gerar dentro e fora das instituições. Quando a gente olha para esses resultados, o que aparece não é só desempenho, mas a capacidade de formar jovens com repertório para transformar realidades, propor soluções e contribuir de forma concreta com o desenvolvimento do país”, diz Vithória Rodrigues, presidente executiva da Brasil Júnior.
Veja a classificação das universidades da Bahia no estudo:
- 39º Universidade Estadual de Santa Cruz
- 48º Universidade Federal da Bahia
- 58º Universidade Estadual de Feira de Santana
- 75º Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
- 89º Universidade Federal do Oeste da Bahia
No desempenho dos institutos federais, a Bahia aparece no estudo com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), que figura entre os resultados nacionais divulgados pela Brasil Júnior.
O estudo mostra como universidades e institutos federais se estruturam para estimular o empreendedorismo no ambiente acadêmico. Pela metodologia do IESE, a proposta é identificar pontos que precisam de atenção e indicar oportunidades de melhoria a partir de indicadores ligados ao ecossistema empreendedor universitário.
A Brasil Júnior conduz o relatório desde 2016. Divulgado a cada dois anos, o levantamento busca contribuir para a melhoria da vivência universitária e da qualidade do ensino superior brasileiro.
